terça-feira, 3 de julho de 2012

Fábrica do Silk no Prêmio João Turin

O último dia do 6º Paraná Business Collection é sempre marcado pela emoção. 
Luan Gustavo Rodrigues, do curso de Moda e Gestão do Senai/PR foi consagrado como vencedor do IX Prêmio João Turin de Incentivo aos Novos Designers de Moda. Ele levou para as passarelas, uma produção inspirada nas obras de Poty Lazzarotto.
Look vencedor do estilista Luan Gustavo Rodrigues..
Foto: Ricardo Pacak
Além dele outros 11 estilistas foram finalistas do evento que teve mais de 150 trabalhos escritos, entre eles Matheus Bouard e Ricardo Freire, que tiveram apoio da Fábrica do Silk em suas estampas. 
Look do Estilista Matheus Bouard
Foto: Ricardo Pacak

Look do estilista Ricardo Freire.
Foto: Ricardo Pacak

Entrada final do desfile.
Foto: Ricardo Pacak

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Fábrica do Silk no desfile de Fábio Bartz

Fábio Bartz apresentou a coleção “Deixa Clarear” na 6ª edição do Paraná Business Collection. Inspirados em Clara Nunes, os acessórios e as peças da grife estamparam toda a brasilidade da cantora que conquistou o país enquanto esteve viva.
Colares, bordados, rendas, cores vivas e estamparia fizeram sucesso e encantaram os olhos dos convidados que, em um lance e outro, puderam conferir o melhor da coleção.
foto: Ricardo Pacak
 A ponto alto da coleção são as peças estampadas em sublimação digital pela Fábrica do silk, feita em tecidos com composições diferentes deram um toque especial as peças do estilista. 
Foto: Ricardo Pacak

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Fábrica do Silk nos desfiles da Lafort e Jefferson Kulig

O primeiro dia de desfiles do Paraná Business Collection começou em alto estilo, Jefferson Kulig abriu a noite com a coleção Verão 2012/ 2013 que trouxe o processo de aproveitamento de recursos 100% naturais, que proporciona a economia de água e de energia e gera uma quantidade menor de produtos de químicos na natureza, e o destaque fica para as estampas feitas em sublimação digital pela Fábrica do Silk.
foto: Ricardo Pacak
E para fechar a noite toda a elegância e sofisticação da Lafort que utilizou a Ilha do Mel como cenário, todo o vestuário da Lafort foi inspirado no sol, na lua, nos oceanos, na areia, nas pedras, na renda e no guipir, que lembra as nervuras das folhas espalhadas pela tradicional paisagem paranaense. O preto e o branco, combinados ao coral, nude, amarelo, verde, também estiveram presentes nessa incrível e luxuosa coleção. 

A Lafort em parceria com a Fábrica do Silk lançou uma camiseta super estilosa e a venda será revertida em prol da Associação Emilhas, mulheres que trabalham na preservação e cuidados com a Ilha do Mel.
Acima as estilistas Lea Okamoto e Luisa fayad ao lado da empresária Irit Czerny usando a camiseta do projeto e a modelo pertencente à Entidade das Emilhas da Ilha do Mel que veio a Curitiba especialmente para participar do PBC.

Fábrica do Silk no Paraná Business Collection

A Fábrica do Silk mais uma vez arrasou nas estampas nos desfiles do PBC, para começar o estande do Senai Moda que teve o patrocínio nas estampas de estilistas como Michele Cândido da marca Lady Louca, Fábio Bartz e Francesca Córdova, que apresentaram suas criações no primeiro dia do evento.

Michele Cândido ao lado de seu look, vestido com recortes geométricos, estampa feita em sublimação digital e o detalhe especial fica para o bordado de paetês estampados em sublimação digital com a estampa criada por Michele.


Fábio Bartz apostou numa estampa inspirada em azulejos para seu look despojado e moderno, feita em sublimação digital sobre tecido com diferentes tons.

Francesca Córdova ao lado de seu vestido que teve uma estampa super elaborada, que passou pelos processos de sublimação digital, serigrafia com relevo e aplicação de foil furta cor, o resultado ficou fantástico. 

As estampas também estavam presentes em puffs e lenços usados por modelos durante o evento.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

O que é Pantone?


Leque Pantone

Entenda o que é, por que a Pantone é tão famosa e é tão utilizada na indústria gráfica e têxtil.

O Pantone, é uma empresa fundada em 1962 em New Jersey, Estados Unidos, a Pantone Inc. é famosa pela “Escala de Cores Pantone” (”Pantone Matching System” ou PMS), um sistema de cor utilizado em uma variedade de indústrias especialmente a indústria gráfica, além de ocasionalmente na indústria têxtil, de tintas e plásticos.

Enquanto o processo CMYK é o método padrão para impressão da maioria dos materiais do mundo, o sistema Pantone é baseado em uma mistura específica de pigmentos para se criar novas cores. O sistema Pantone também permite que cores especiais sejam impressas, tais como as cores metálicas e fluorescentes.
Mas por que a Pantone tornou-se sinônimo de cor? Simples, há mais de quarenta anos a indústria americana de tintas Pantone desenvolveu um sistema numérico de cores de tintas e conseguiu manter uma alta regularidade e padrão na produção destas. Assim, sem nomes regionais ou de aplicação restrita, tornou-se muito mais confiável falar-se em números, que, não são ou estão sujeitos a subjetividade humana do que em nomes, os quais variam e denominam diferentes coisas de lugar para lugar.

São basicamente dois os tipos de produtos desenvolvidos pela empresa, sem contarmos os softwares e equipamentos: os leques ou escalas e as amostras destacáveis. Os leques/escalas são guias de referência rápida que trazem o número da cor e como obtê-la, tendo como grande diferencial sua portabilidade e fácil manuseio. Já as amostras destacáveis são derivadas destas escalas e tem por objetivo a comunicação precisa e inequívoca da cor bem como a montagem da identificação visual da empresa/cliente.

É importante lembrar que estes produtos, além de serem guias práticos para formulação e obtenção de cores também são utilizados, na grande maioria das vezes, como referência em áreas anexas e correlatas a outras que a utilização de forma direta. Uma vez de posse da escala e do número que seu cliente especifica, o fornecedor pode identificar corretamente a cor desejada e desenvolver mecanismos para obtê-la.

Entretanto, muitas vezes o processo ocorre de forma equivocada e inversa, onde o usuário desenvolve seu trabalho no computador e lá escolhe a cor desejada, sem levar em conta que, o que está sendo visualizado são luzes cuja gama de possibilidade é infinitamente maior do que as possibilidades de impressão gráfica. Muitas vezes, com seus monitores e impressoras descalibrados, ao apresentar e vender sua idéia ao cliente mostrando-a no monitor ou impressa através destas impressoras, estes profissionais irão se deparar com um resultado nada agradável, pois irão se utilizar da numeração Pantone obtida no software usado, da referência do monitor ou impressora descalibrados, e de gráficas que muitas vezes não utilizam tintas de qualidade para imprimir seus trabalhos. O final da história todos conhecemos: insatisfação geral – trabalhos devolvidos, prejuízos para todos e adjetivos ou qualificações desfavoráveis. Para uma correta utilização dos produtos Pantone, tanto criadores, gráficos, designers, engenheiros de produtos e outros, devem primeiramente escolher a cor que desejam em suas escalas atualizadas. Uma vez escolhida, a cor deve ser aplicada e tratada independente do resultado visualizado na tela ou na impressora de “escritório”. Ao se mandar o trabalho para o fotolito ou diretamente para a gráfica, informe a cor utilizada ou os valores CMYK que deseja obter como resultado.

Uma cor Pantone pode ser facilmente identificado usando-se um conta-fio ou uma lupa. Ao contrário do sistema CMYK, não haverá retícula visível e a cor será chapada.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Sublimação Digital




1.O que é sublimação digital? 
Com uma impressora com tinta sublimática  é feita a impressão da estampa sobre um papel apropriado que depois é transferida a quente, com auxílio de uma prensa térmica para o tecido.   
2. É possível utilizar o processo em qualquer tecido? 
O processo deve ser realizado preferencialmente em tecidos de poliéster, como tafetá, crepe musson, crepe chifon, crepe kochibo, cetim, lycra, oxford, microfibra, cacharrel, jersey e liganete. Mas a impressão também pode ser feita em tecidos mistos, que ficam com um efeito desbotado (excelente para a moda masculina). Para que a imagem a ser impressa fique bem semelhante à imagem escolhida, o tecido deve ser preferencialmente de cor branca.
3. Posso estampar qualquer tecido de poliéster?
Sim, desde que ele resista a temperaturas de, no mínimo, 180ºC.
4. O que difere o processo de sublimação digital do transfer sublimático convencional? 
O processo digital dispensa o fotolito e as telas de silk-screen, tornando-se um processo bem mais rápido e mais perfeito do que o convencional.
5. Quais os benefícios do transfer sublimático digital em relação ao convencional? 
O processo digital possibilita fazer uma menor quantidade de cada estampa, valorizando as peças por se tornarem exclusivas, além de ter qualidade fotográfica. Apesar do processo onerar em valores irrisórios os custos das peças, a mesma terá um alto valor de venda devido à sua exclusividade.
6. Num mesmo tecido eu posso colocar quantas estampas diferentes?
Quantas achar necessário, pois o processo possibilita colocar várias estampas num mesmo tecido ou apenas mudar a cor de fundo. É possível, por exemplo, produzir um rolo de tecido inteiro somente com logomarcas.
7. Qual dos processos, convencional ou digital, é o mais barato? 
Se for em grande quantidade, e da mesma estampa, ficará mais barato a sublimação convencional, mas não terá a qualidade e definição da sublimação digital. Se for em pequena ou média quantidade, ficará mais em conta a sublimação digital, por não precisar de fotolitos ou telas, além de possibilitar que se coloque a estampa com quantas cores sua imaginação permitir.
 8. O que o processo digital facilita em tecidos corridos? 
O processo convencional de estamparia para tecidos corridos requer um alto investimento, pois além de um fotolito para cada cor é necessário também fazer um cilindro. Além desse investimento, que é muito alto, existe um desperdício muito grande em tintas, obrigando-se a uma tiragem muito alta para viabilizar o processo. 
O processo digital, por dispensar fotolitos e cilindros, agiliza o processo e facilita a estampagem em pequenas quantidades, podendo num só rolo de tecido, colocar várias estampas e com várias cores de fundos diferentes.
9. É possível ter cores vivas na estampa? 
Sim. Se o tecido for 100% poliéster a estampa ficará com cores bem vivas, mas se o tecido for misto (parte poliéster + outra composição), ela poderá ficar com aspecto desbotado.
10. Pode ser lavado normalmente? 
Sim. Foram feitos diversos testes usando máquina de lavar, deixando de molho e expondo ao sol. Após os testes a estampa não foi alterada, ou seja, manteve-se com a mesma cor das peças que não foram lavadas. O tecido impresso deverá ter os cuidados normais de um tecido estampado.
11. Qual o tamanho máximo de impressão?
É possível imprimir tecido com até 1,5 m de largura x 1,0 m de comprimento.

12. O que é possível produzir a partir da sublimação digital em tecido?
- Decoração de ambientes para eventos, como festas de aniversário, lançamento de produtos, formaturas, congressos, feiras, entre outros;
- Fabricação de bandeiras, faixas e banners;
- Painéis de grande formato;
- Decoração de estandes;
- Fundos de palco;
- Vitrines de lojas;
- Personalização de estabelecimentos;
- Roupas e tecidos exclusivos;
- Peças para moda praia, como biquínis, maiôs e saída de praia;
- Sombrinhas de praia; 
- Personalização de uniformes e artigos para eventos;
- Peças para decoração de interiores, como capas de almofadas, edredons, lençóis, cortinas, pufes, estofados, toalhas, entre outros; e
- Tudo o que sua imaginação permitir, impresso em tecido.
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Movimento - Moda Brasileira: Eu uso, Eu assino!

A ABIT – Associação Brasileira da Indústria Têxtil e Confecções lançou no dia 17 de janeiro 2012 o Movimento “ Moda Brasileira: Eu uso, Eu assino !”, com o objetivo de coletar 1 MILHÃO de assinaturas em prol de um REGIME TRIBUTÁRIO COMPETITIVO PARA A CONFECÇÃO.

O Conselho Setorial da Indústria do Vestuário e Têxtil da FIEP, está engajado nesse movimento e solicita portanto que todos os sindicatos que compõe o referido Conselho Setorial se mobilizem no sentido de conseguirmos esse 1 MILHÃO de assinaturas o mais rápido possível e possamos mostrar que o Paraná está participando ativamente desse movimento.
Foi criado o site www.abit.org.br/empregabrasil, onde poderão ser feitas as assinaturas digitais.

Contamos com o apoio de todos e estamos a disposição para outros esclarecimentos sobre o assunto, com Manoel Luiz Araujo – Consultor da Fiep para o Setor Têxtil e Vestuário, (41)3271-9531 / (41) 9994-6252.